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Depoimentos
Hoje estou livre da cocaína e da bebida alcoólica PDF Imprimir E-mail


Antonio José
Meu nome é Antonio José de França Rocha, tenho 34 anos e moro em Nova Iguaçu. Comecei a usar bebida alcoólica aos 16 anos e aos 17 anos a cocaína. As razões que me levaram a consumir drogas foram à ausência do amor de meu pai após a sua morte e a influência dos colegas. Passei a consumir bebida alcoólica e cocaína constantemente em festas e bailes.

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Fui mendigo e dependente de drogas PDF Imprimir E-mail


Valdilson Menezes
Conselheiro do Projeto Vida Urgente


Meu nome é Valdilson Menezes da Costa, tenho 47 anos e moro no bairro do Pilar em Duque de Caxias. Quando tinha 3 anos de idade minha mãe morreu e meu pai me abandonou. A partir daí eu e meus 3 irmãos passamos a morar com a minha avó no bairro de Irajá. Comecei a usar bebidas alcoólicas aos 13 anos de idade para me auto-afirmar como pessoa e para diminuir a solidão e a falta de afeto familiar.

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Fui escrava da bebida alcoólica durante 19 anos PDF Imprimir E-mail


Marivone Bonfim
Conselheira do Projeto Vida Urgente

Meu nome é Marivone Bonfim, mãe de Elaine Dias e moradora de Santa Cruz da Serra, Duque de Caxias. Sou funcionária pública e trabalho como secretária em uma escola estadual. Participo como diretora de Educação Cristã e de Oração na igreja Batista Getsêmane no bairro Cantão.

Iniciei o consumo de bebida alcoólica aos 13 anos de idade nas festinhas com os colegas. Bebia para me soltar porque era muito tímida. Com o passar do tempo continuei bebendo cada vez mais até desenvolver a dependência chamada alcoolismo. O alcoolismo é uma doença incurável, progressiva e fatal. Incurável porque a medicina ainda não descobriu um remédio que a cure. Progressiva porque é uma doença que cresce cada vez mais, destruindo todas as áreas da vida da pessoa. Fatal porque mata através da intoxicação do fígado, coração, cérebro, etc.

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Eu venci a dependência química PDF Imprimir E-mail

Meu nome é Ananias Lúcio da Silva. Nasci em lar cristão. Meu pai havia deixado a minha mãe e seus sete filhos, tomando um rumo ignorado. Naquela época eu tinha apenas dois anos e meio. Ele deixou como herança a insegurança, a tristeza e o vazio.Foram dez anos de muitas dificuldades. Aos doze anos deixei o estado de Minas Gerais e vim para a cidade do Rio de janeiro em busca de um futuro melhor.
Longe do lar (e como é ruim estar longe do lar...), numa metrópole tumultuada, cheio de conflitos internos, de questionamentos diversos, com grande vazio me dominando totalmente, entrei para os caminhos tortuosos da droga. Tornei-me dependente físico e psicológico delas. Perdi a esperança de melhores dias já aos vinte e cinco anos de idade. E o pior de tudo minha esposa e meu filhinho viviam na incerteza, no desespero e na indefinição de um esposo e pai que estava morrendo.Vivia num constante pesadelo.Fui me afastando dos familiares, dos amigos e buscando refúgio nos lugares imundos. Entrei para a marginalidade, o tráfico de drogas e para a luta contra a polícia.

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Como venci o inferno da dependência de drogas PDF Imprimir E-mail


Eduardo Souza
Diretor do Projeto Vida Urgente

Eduardo Evangelista de Souza é designer gráfico por profissão. Nascido e criado em Xerém, viveu durante quase dez anos no que poderíamos chamar de inferno da dependência de drogas. Foram anos de sofrimento, loucura e luta desesperada.Passou por várias tentativas de tratamentos com psicólogos e psiquiatras na procura de se libertar da dependência da maconha, cocaína, álcool e bolinhas (analgésicos, calmantes e estimulantes). Finalmente foi internado em uma casa evangélica de recuperação e tratamento, em São Paulo, onde encontrou a porta de saída para o seu problema.

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Eu era escravo das drogas e nasci de novo PDF Imprimir E-mail


Leandro Santana

Meu nome é Leandro Santana. Tenho 26 anos, moro na Vila Nossa Senhora das Graças (Vila dos blocos) e atualmente estudo na Escola Municipal Eli Combat e trabalho na garagem da Prefeitura. Hoje, graças a Deus, estou conseguindo realizar meus sonhos e planos. Hoje tenho paz no coração. Mas há dois anos atrás minha vida não era assim. Cheguei ao Projeto Vida Urgente, para pedir socorro, com a minha vida destruída pela dependência de drogas.
Comecei a usar maconha quando tinha 15 anos de idade. Era um jovem amargurado pela morte de meu pai. Ele foi assassinado quando eu tinha 22 anos. Ele era usuário de drogas e durante uma briga foi esfaqueado.

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