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Heroína, torpor que escraviza |
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Revista Superinteressante, setembro de 1998 Texto de Luciana Garbin
Quando alguém fala em droga pesada, logo se pensa em heroína. Ela é o veneno favorito dos junkies, jovens viciados, com o corpo coberto de picadas, que vivem em função das injeções dessa substância, traficada na forma de um pó branco ou marrom. A heroína é um derivado do ópio, entorpecente usado por diferentes civilizações há mais de 4 000 anos, sobretudo no Oriente.
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Ecstasy, a droga da classe média |
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Revista Época, maio de 2003 Reportagem de Eliane Santos, Ricardo Mendonça, Renata Leal, João Luiz Vieira e Edna Dantas
Há algo de novo nas noitadas das grandes cidades. O ecstasy, a "pílula do amor", a "bala" das festas de música eletrônica, deixou definitivamente de ser uma droga do mundinho clubber, usada por gente de cabelo verde e roupas escalafobéticas, para tornar-se aditivo comum entre adolescentes de classe média.
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Verdades e mentiras sobre a Maconha |
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A OMS (Organização Mundial de Saúde) publica o mais completo relatório sobre os efeitos da maconha Revista Superinteressante - Texto de Flávio Dieguez
Era para ser uma festa. Era para ser o triunfo da pesquisa médica em seu esforço de separar, cientificamente, o que é mito e o que é fato sobre os efeitos da Cannabis, conhecida como maconha. Mas o relatório sobre a droga publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), as Nações unidas, teve uma outra recepção. A entidade Começou a trabalhar em 1993. Convocou os maiores especialistas do mundo incumbiu-os de, nos cinco anos seguintes, examinar o resultado de centenas de pesquisas. Finalmente, em dezembro do ano passado, as conclusões dessa equipe foram reunidas num documento de 49 páginas, publicado sob o título Cannabis: Uma Perspectiva de Saúde e Agenda de Pesquisa. Surgia o mais completo relatório produzido sobre a maconha nos últimos quinze anos.
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Revista Superinteressante especial - Texto de Pedro Biondi O cigarro de tabaco Como levar desvantagem em tudo
O tabaco é a mais insossa das drogas. Se a cocaína gera euforia e onipotência, o álcool alegra e desinibe e o LSD conduz a “viagens” sem destino, os efeitos da nicotina não podem ser chamados de “doces venenos”. Ao contrário das outras drogas, o coquetel de aproximadamente 4000 substâncias contidas no cigarro – quase todas nocivas à saúde – é mais consumido por causa da dor que causa na ausência do que pelo prazer que proporciona na freqüência. As primeiras tragadas são, em geral, acompanhadas de náusea, tontura e ânsia de vômito. É preciso um certo esforço para “aprender a fumar”. Instalado o vício, nenhum fumante inveterado jura sentir-se mais vivaz, diligente, tranqüilo ou moderado à obra do cigarro. Mas, se não fumar, o dependente fica zonzo, ansioso, negligente e glutão.
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Os danos causados aos pulmões dos fumantes passivos Revista Veja, dezembro de 2007 – Texto de Vanessa Vieira
Os não-fumantes ganharam mais um argumento para pressionar os tabagistas a apagar o cigarro. Pela primeira vez, cientistas conseguiram imagens de pulmões que demonstram como a fumaça alheia causa danos aos fumantes passivos. Graças a um tipo especial de ressonância magnética, pesquisadores do departamento de radiologia do Children's Hospital of Philadelphia descobriram que quase um terço dos não-fumantes que convivem com as baforadas dos outros por mais de dez anos desenvolve altera¬ções pulmonares.
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A história de João Estrella, rapaz de classe média preso por vender cocaína nos anos 90, ajuda a explicar por que hoje tantos universitários traficam ecstasy Revista Época, 14 de janeiro de 2008 - Texto de Celso Masson, Martha Mendonça, Solange Azevedo e Rafael Pereira.
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Artigo retirado do site www.artigonal.com - Texto: Dr. Wagner Paulon.
Toda a maconha provém da Cannabis sativa L. uma planta que é mais freqüentemente chamada Cannabis indica, cânhamo indiano ou simplesmente cânhamo. A planta cresce nos climas temperados de todo o mundo, especialmente no México, África, índia e no Oriente Médio. Também cresce nos Estados Unidos onde o termo "marijuana" abarca todos os nomes vernáculos e inventados - "hashish", "bhang", "ganja", "charas", "pot", "tea", "weed", "grass" e "Mary Jane" (no Brasil o termo comum é maconha, liamba, baga, charas, erva, etc.) - para certas partes da planta ou preparações da planta cannabis à exceção dos caules e sementes esterilizadas.
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Adeus, cigarro: é hora de pensar na saúde! |
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Artigo retirado do site www.impacto.org, escrito pela ABRAFAM (Associação Brasileira de Apoio às Famílias de Drogadependentes)
Coração mais forte "Quem vê cara não vê coração", diz o ditado popular, totalmente verdadeiro no caso do cigarro. A maioria dos fumantes não imagina que as conseqüências do fumo sobre o aparelho circulatório são devastadoras. Ao dar uma tragada, há um imediato aumento dos batimentos cardíacos, elevação da pressão arterial e constrição dos vasos, o que obriga o coração a exercer maior esforço para bombear o sangue. Com o tempo, eleva-se a probabilidade de desenvolvimento de doenças coronarianas, como angina, infarto, derrame, espasmo, arritmia cardíaca e morte súbita. Não é demais lembrar que quase todas as pessoas com até 35 anos que sofrem infarto são fumantes.
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