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O remédio virou doença para as mulheres |
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Por Fernanda Aranda, ig São Paulo
Atrás do balcão das farmácias, as jovens brasileiras encontram substâncias que provocam os mesmos efeitos buscados por homens em “bocas” de tráfico. Se para o sexo masculino na faixa dos 20 e 30 anos, cocaína, crack e anabolizante são as drogas ilícitas mais utilizadas, entre as mulheres desta faixa etária as sensações entorpecentes são adquiridas com o abuso de medicamentos.
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Liberou geral para a AIDS |
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Revista Veja, fevereiro de 2005 Texto de Anna Paula Buchalla
As boates gays de Nova York e São Francisco, dois dos maiores centros exportadores de novidades para o mundo, ganharam um protagonista perigoso - o estimulante crystal. Trata-se de uma metanfetamina capaz de desinibir os mais recatados e levar a libido às alturas.
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Revista Época, agosto de 2002 Texto de Marcelo Musa Cavallari
Durante um ano, o bairro de Brixton, em Londres, conviveu com a maconha - às claras. Gente fumando nas ruas e traficantes oferecendo o produto pelas calçadas, à luz do dia, tornaram-se uma visão corriqueira. A droga já não era nenhuma novidade no bairro, na parte pobre da capital inglesa, mas nunca foi consumida tão abertamente.
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A química da dependência do tabaco |
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Revista Veja, Texto de Karina Pastore
Um único cigarro contém 4700 substâncias, mas apenas uma causa dependência: a nicotina. Depois que um fumante traga, ela demora apenas nove segundos para chegar ao cérebro e desencadear a libera ção de dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer.
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A maconha nunca foi santa |
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Revista Isto È, março de 2000 Texto de Mônica Tarantino
A maconha, droga preferida da geração paz e amor dos anos 60, manteve seu fã clube por mais três décadas embalada em boa parte pela crença de ser mais inofensiva do que o cigarro. Mas agora há indícios de que ela talvez não seja tão "santa" assim.
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O crack, antes usado apenas por marginais e menoresde rua, agora chega à classe média. Depoimentos dramáticos dos que conseguiram abandonar o vício Ao chegar ao Brasil, no começo dos anos 90, o crack se tornou um flagelo entre marginais, mendigos e menores de rua. São esses os personagens que aparecem deitados nas calçadas, como molambos, nas cracolândias que floresceram em áreas degradadas das grandes cidades. Como custa pouco, menos de 5 reais a dose, a droga disseminou-se entre os desvalidos. Agora, a sedução perversa do crack começa a fazer vítimas também na classe média.
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